Desafio de Fazer o Novo: Beisebol, Softbol e a Resistência das Bases no Brasil
Falar de beisebol e softbol no Brasil é, inevitavelmente, reconhecer o papel histórico e monumental da colônia japonesa. Foram eles que trouxeram esses esportes para o nosso país e os mantiveram vivos por décadas com muita dedicação, disciplina e união. Isso é inegável e merece todo o nosso respeito. Contudo a história não para, e a cultura evolui através da miscigenação e da troca de experiências com pessoas de diferentes origens e outras visões de mundo, outras vivências. É aí que o sistema começa a ranger. E daí temos que mudar de esfera para competências e habilidades um pouco menos objetivas e mais subjetivas.
As críticas surgem, outros paradigmas surgem e até a costumeira política ( que nos do Taco , consideramos como “politicagem com grande parte de Orgulho, egocentrismo e até medo surgem. Quando alguém de “fora” — um gestor com visão sistêmica, um engenheiro que entende de processos ou um voluntário que não veio das panelinhas tradicionais — tenta introduzir novas ideias, a reação imediata dos grupos dominantes costuma ser a resistência. Por quê? Porque o controle hegemônico gera uma falsa sensação de posse. e controle. E para uma cultura tão intensa e respeitosa quanto a japonesa. Uma cultura que tem um imenso respeito para com os antepassados e os mais experientes , é entendível que conflitos são gerados. Para essa velha guarda, que criou tudo isto que temos hoje. , o esporte pertence a um clube fechado, a uma “família” restrita onde quem manda não quer largar o osso. O medo de perder o poder absoluto e de ver o controle hegemônico ruir faz com que qualquer iniciativa inovadora seja vista não como uma ajuda, mas como uma ameaça .E por trás dessa fachada de “zelo pela tradição”, muitas vezes o que impera é a inveja e a ganância e a fofoca.

Tem gente querendo tirar proveito financeiro, transformar o esporte de base em um negócio privativo ou, simplesmente, não suporta a ideia de que alguém sem o “sobrenome certo” ou sem o aval dos caciques possa fazer algo diferente — e, pior para eles, acontecer de dar certo. É por isso que presenciamos tantas iniciativas voluntárias e projetos de desenvolvimento de base pelo Brasil gigante por natureza encontram tanta dificuldade, burocracias morrem na praia. NOS podemos citar vários, um até da própria LittleLeague, encabeçado pelo TAMPA RAYS , EM MARILIA,.. ou até o Pirituba LittleLeague , ou outro no Rio de Janeiro… . Se for projeto venezuelano, é “desorganizado porque eles só discutem entre si, Se for Italiano, eles só tem tradição no Futebol. Se for brasileiro, o brasileiro quer levar vantagem sobre o que já foi feito até agora e levar vantagem em tudo, certo? Sem contar projetos do Náutico, projetos em Porto Alegre, e inúmeros projetos escolares . O sistema tradicional parece preferir ver o esporte minguar, com campos vazios e falta de renovação, a aceitar que pessoas de fora tragam métodos modernos de gestão, transparência financeira (como as auditorias e compliance que a Little League exige) e abertura para novos praticantes.
Os mais experientes , parecem prefereir reinar sobre as cinzas de um pequeno império particular do que dividir o espaço para construir algo grandioso. Mas quer saber? É justamente para enfrentar essa mentalidade tacanha e retrógrada é que a gente existe. E xxx aparentemente temos que aprender a fazer política. Porque senão , seremos engolidos por tubarões. Cancelados e ignorados já somos. Os métodos que usamos para que as coisas saiam da inércia muitas vezes parecem “confrontador” e agressivo. Mas , quem realmente conhece a intenção , e as pessoas, se fizerem um pouco de força e tiverem um pouquinho de paciência vão perceber que “não batemos de frente”. Apenas queremos participar do jeito que somos. No fim das contas, o campo é de quem trabalha por ele, e o futuro do beisebol e do softbol no Brasil não vai ser salvo por quem quer lucrar em cima da paixão alheia, mas sim por quem tem coragem de arregaçar as mangas, ensinar com prazer e colocar a gestão nos trilhos do sucesso.Vamos em frente, porque o jogo está apenas começando. O Futuro vai chegar. Os mais novos já estão percebendo que já está na hora de conceder mais espaço para qualquer brasileiro. Existem grupos tradicionais que já estão se abrindo pra novas ideias, para tentativa de novos métodos. E muita gente nova tentando ampliar o “mundinho restrito onde todo mundo se conhece e obedecem todas as decisões hierarquicas sem questionar. Para um mundo grande como o Brasil, com todas as regiões, representantes de todas as culturas que aqui moram… Debatendo novas ideias e fazendo o melhor para o esporte. Não para uma Clã ou Casta .
sejamos brasileiros e diversificados, Unidos somos muito mais fortes. Ter empatia e respeitar os outros faz bem para nossa evolução enquanto seres racionais .
aqui segue o nosso APOIO ao time dos JACARÉS DE SAO CARLOS QUE ESTAO TRABALHANDO MUITO E PERSEVERANDO NESMO VOM OS REVEZES E DIFICULDADES QUE PASSAM, MAS ESTAO FIRMES. NOS ESTAMOS EM LIMEIRA AGORA UM POUCO AFASTADO ( PORQUE SO A NOSSA PRESENÇA OU NOSSO BLOG PODE IMPOR ALGUNS CONFLITOS POLITICOS DESNECESSÁRIOS.

















