O Brasil foi agitado pelo beisebol e softbol neste final de março! 🥎⚾
O Brasil foi agitado pelo beisebol e softbol neste final de março! 🥎⚾

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softball para todos…

Se você acompanha o Taco Não é Soft, não vai ficar sem saber o que acontece nesses esportes – pelo menos até a mídia tradicional resolver nos dar a atenção que merecemos!

E o Taco ficou sabendo…

🔹 Em Pernambuco, a FEDERAÇÃO PERNAMBUCANA DE BEISEBOL e SOFTBOL realizou um torneio.na UFPE
🔹 Na metrópole de São Paulo, o Gigantes organizou o Beisebol Day.no Estádio de Softbol e Softbol Mie Nishi
🔹 Em Campinas, a ACA Fazenda Tozan promoveu um torneio de T-Ball para crianças de 6 a 10 anos. Foi diversão garantida, com muitas risadas!

O Projeto: Softbol para Todos do Jacarezinhos de São Carlos recebeu uma doação da Melissa ( jogadora do time de Indaiatuba ) e do “Banana” de Bastos, técnico do Time Campeão deste Brasileiro de 2005.

Mas a grande surpresa do fim de semana veio do Campeonato Brasileiro de Softbol Feminino, realizado em Atibaia.

11 times participaram, e Marília surpreendeu ao levar DOIS times para a competição: o Marília Azul e o Marília Vermelho! Esses dois times chegaram à final e disputaram o título entre si! 🏆👏

O OCC Channel esteve presente e transmitiu parte da final – apesar dos desafios técnicos. Parabéns, Marília! Parabéns ao Nikkei Marília, clube tradicional que treina esses times e que vem desenvolvendo um forte projeto de incentivo ao beisebol e softbol em parceria com a prefeitura.


Uma nova era para o beisebol no Brasil

Antigamente, o beisebol no Brasil era jogado quase exclusivamente dentro das colônias japonesas, enquanto os brasileiros de outras origens, como italianos e alemães, preferiam o futebol. No Japão, o beisebol é mais do que um esporte – é uma tradição, e os chamados “senseis” trouxeram essa cultura ao Brasil, moldando as primeiras gerações de jogadores.

Agora, o cenário mudou. O número de pessoas interessadas em jogar ultrapassou a quantidade de jovens disponíveis dentro das colônias japonesas. Com isso, um novo estilo de beisebol começou a surgir: uma mistura da técnica refinada dos senseis japoneses, a explosão do beisebol americano e a paixão do beisebol latino.

Projetos que levam o beisebol para cidades onde já existem clubes estão tornando essa transformação uma realidade. E o mundo já começa a perceber a força do brasileiro nesse esporte!

Aqui está a resenha do torneio com destaque para a organização dos anfitriões. A ACENBRA e o departamento de Softbol do Clube e as Mães e pais voluntários, fizeram o campeonato excelente.


Taça Brasil de Softbol Feminino Sub-13 – 2025

O último final de semana foi marcado por grandes jogos na Taça Brasil de Softbol Feminino Sub-13, com partidas emocionantes e equipes demonstrando muita técnica e garra. A competição contou com a participação de diversos clubes tradicionais, mostrando o crescimento e fortalecimento do softbol de base no Brasil.

Destaques da Fase Classificatória

Na Chave A, o Nippon Blue Jays iniciou sua campanha com uma vitória avassaladora sobre o Anhanguera por 18 a 0. No entanto, encontrou um forte desafio no N Marília AZ, perdendo por 16 a 10 em um dos jogos mais disputados do torneio. O N Marília AZ, por sua vez, teve uma excelente performance, garantindo sua vaga ao vencer o Atibaia por 11 a 1.

A Chave B teve equilíbrio, com partidas acirradas. O N Curitiba demonstrou força ao vencer o Maringá por 4 a 2 e o Central Glória por 10 a 2, garantindo sua classificação. Já Maringá e Indaiatuba protagonizaram um empate por 5 a 5, mostrando a competitividade do grupo.

Na Chave C, a equipe N Marília VM se destacou ao vencer Gigante (11 a 5) e Cooper (5 a 2), garantindo sua presença na próxima fase com autoridade. O Cooper, por sua vez, surpreendeu ao vencer o Anhanguera por 13 a 1, mostrando sua força no torneio.

Jogos Decisivos e Confrontos de Alto Nível

O domingo foi ainda mais intenso, com partidas decisivas para a classificação final. O confronto entre as equipes de Marília chamou atenção, com o N Marília VM vencendo o N Marília AZ por 5 a 1. Outra partida marcante foi a vitória do N Curitiba sobre o Nippon Blue Jays por 5 a 1, consolidando a equipe como uma das mais fortes da competição.

Organização e Inovação na Arbitragem

Além dos ótimos jogos, vale destacar a organização impecável do evento, coordenado por Eduardo Narazawa, Diretor de Softbol da CBBS, e Mário Yoshida, Diretor da ASB. A arbitragem foi um ponto alto do torneio, com a ASB experimentando um modelo de atuação com dois árbitros, atendendo a uma solicitação da CBBS para reduzir custos para os clubes. Essa inovação permitiu um excelente andamento das partidas, sem comprometer a qualidade das decisões.

A Taça Brasil de Softbol Feminino Sub-13 mostrou mais uma vez a força da base do softbol brasileiro e a importância de eventos bem estruturados para o desenvolvimento do esporte no país.

A popularidade do beisebol e do softbol está crescendo, e o efeito bola de neve é inevitável – independente dos interesses pessoais e corporativos.

O Taco Não é Soft segue firme, fazendo o que a grande mídia não faz: promovendo e divulgando o esporte de forma independente, não apenas para nossos familiares, mas para todos!

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